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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

armadilhas

Ao enredar-se nas armadilhas do amor e da arte, 
passa o Homem a ser um rico Ser em azar e sorte

mariam 2013/09/18

domingo, 18 de agosto de 2013

Florestas. Belíssimos pulmões da Terra... por quanto tempo?

Hoje o meu espírito está pouco poético, dou comigo a enervar-me em cada dia que ligo a TV e reparo que grande parte dos noticiários mostram incêndios, mortes de bombeiros e de florestas, perdas de bens e a angústia no rosto de quem passa por esse inferno.
Pergunto-me porque é que os governantes não criam programas reais e comparticipados a fundo perdido, para a limpeza e conservação das florestas durante os meses do ano em que as temperaturas são mais baixas. 
Os estabelecimentos prisionais estão repletos de homens e mulheres capazes de trabalhar, esses programas seriam ideais. 
Quem com carácter de permanência recebe subsídios de rendimento mínimo e de reinserção, provavelmente estará também em condições de poder trabalhar.
Se nos Ministérios diagnosticam a existência de funcionários públicos em excesso (provavelmente serão todos aqueles que entraram por outra via que não a do concurso público), havendo-os, porque não serem também aproveitados para trabalhar nesses e noutros programas, a bem da Nação?  
E afinal são aos milhões os euros que inevitavelmente acabam por ser gastos em todos os Verões, no combate aos incêndios, no pagamento de indemnizações por perdas de vidas e bens.
Bem diz o ditado "mais vale prevenir que remediar".
A mesma TV não tem dado conhecimento da aplicação de penas exemplares a incendiários ou aos seus mandantes, nem faz evidenciar o manifesto interesse por parte da justiça e das forças de segurança na investigação e busca destes criminosos.  
O sentido de cidadania parece só ser usado para reclamar, enquanto cada cidadão for pouco cumpridor e sentir pudor em denunciar todos os atropelos que vê serem feitos à sua volta, entre outros, à natureza, ao trabalho, aos impostos (fuga), Portugal continuará a ser um país muito pequeno...  

mariam, 2013/08/18


domingo, 3 de março de 2013

Manifestação "Que se lixe a troika"_Lisboa


Também me juntei à manifestação do milhão e meio de indignados e descontentes de todo o país, dos que resolveram sair à rua, pois acredito que muitos mais serão, a julgar pelas estatísticas, rácios, gráficos económicos e observando e ouvido o que me(nos) rodeia...

Li algures que esta parecia uma manifestação atípica, porque era composta por gente bem vestida e que não gritava muito...

Pois eu vi que se juntou à convencional manifestação típica, o rosto e a postura cívica de quem nada fez para merecer o presente que hoje tem. Vi a 'classe média' que se encontra a escorregar para a pobreza e sem mecanismos para o contrariar, porque lho impuseram.  A mesma 'classe média' que é força motriz do país...

É que nunca até agora os bancos ou a classe política havia mencionado que o 'povo' estava a viver acima das suas possibilidades, como agora o afirmam!
Pasmo com a ligeireza com que proferem essas conclusões.
Acredito que salvo alguma excepção(que decorre do Ser humano), a maioria das pessoas são conscientes e honestas e geriram a sua vida atendendo às suas reais capacidades económicas, não lhes disseram que a banca e as politicas iam mudar as regras contratadas desde há muito!

Ainda resta a esperança no bom-senso...


Ficam algumas imagens do descontentamento que eu vi.

mariam 2013/03/02

sábado, 22 de setembro de 2012

Portugal . Hoje. Um lamaçal.


Portugal . Hoje. Um lamaçal.
Oxalá haja força e coragem para julgar e punir os que de forma danosa assim o puseram.
Que devolvam o que ilegalmente tiraram
Temos Leis. Que os Tribunais 'aprendam' com o exemplo da Islândia e apliquem a Lei com justiça.

mariam 2012/09/22

domingo, 19 de dezembro de 2010

Marginal a Ti e ao 'Natal'

Serj Tankian - Saving Us

                                                      Marginal a Ti

                                                      Dezembro de 2008

                                                      Ao Chiado, uma calçada do Chiado 
                                                      Dezembro de outro ano qualquer
                                                      Numa rua de outro qualquer país
                                                      Onde se ouvem cânticos de Natal
                                                      Brilham as montras e se fazem compras
                                                      E onde indiferente passas ao lado
                                                      Do que está para além do teu umbigo
                                                      Falem-me do espírito do Natal de todo o ano

                                                                                         mariam 2010/12/19




quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Grito


Expressividade - Sempre para sempre ( Donna Maria )



Grito


Grito 
Em surdina lenta o interrogativo pensamento
Grito
Espantos e palavras meias de sentires tantos
Grito
Num sussurro a penosa distância de te saber
Grito
E exorciso de mim o vulcão inactivo e líquido

Sai-me num estrondo o grito deste silêncio



mariam 2008/11/10

sábado, 8 de maio de 2010

vendavais


Alinhar ao centro
Vendavais

Hoje estou folha caída
Que me leve o vento até ao mar
Ou me traga o sentir das suas marés

Inquietação
Desaconchego
Interrogação
Desassossego


Vendaval de mim
Hoje estou assim


mariam 2008/10/28

(reposição)